Divagações

Em meio às caóticas semanas que precedem o final de um semestre, eu tentava concluir meu trabalho na lanchonete da faculdade, quando começou a chover.

A chuva veio repentinamente forte e solitária, sem vento ou trovões. As pessoas, pegas de surpresa, variavam entre se aglomerar nos limites dos telhados ou arriscar atravessar o espaço entre um prédio e outro, protegendo a cabeça com cadernos e pastas. Continuar lendo

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E o fim…

Para cada membro da equipe ADAPT, já era a segunda ou terceira vez que concorríamos ao prêmio Excelência pelo projeto. O que por si só já é uma vitória e tanto, dado que é necessário estar entre os três melhores grupos e com nota acima de 8,0 para concorrer. Além do mais, o clima era confuso: estávamos felizes pela missão cumprida e preocupados com o final do ano, já que 2009 foi o nosso último. Seria ótimo se pudéssemos fechar esta etapa com MAIS essa chave de ouro, pois nossa nota havia sido a mais alta do quarto ano (9,1). Havíamos cometidos alguns erros na apresentação pública e os comentários da banca não foram muito promissores, o que nos fez acreditar piamente na vitória de outra equipe.

O evento de premiação foi sexta-feira e eu, assim como no ano passado, me ofereci para ajudar na organização. Achei que ajudaria nos bastidores ou cafezinho, mas estava faltando uma apresentadora e acabei no palco.

E dois dias depois de tudo isso, sentei e respirei, tentando lembrar de cada detalhe que fez a noite de sexta ser o que foi: um sucesso. Continuar lendo