Amigos para siempre…

Estacionei o carro em frente ao local combinado e desliguei o motor do carro. Ele havia me dito: “Esteja aqui em 15 minutos.” Cheguei pontualmente, mas ele ainda não estava me esperando.

Eu, particularmente, duvidava de que ele fosse realmente cumprir o que tinha me dito. Eu ainda tendia a acreditar que o velho Armando, meu amigo de infância, era o mesmo.

O mesmo cara que eu conheci no intervalo da quinta série. Eu um valentão. Ele um cara solitário. Gostava de implicar com ele, mas nunca o agredi fisicamente. No fundo, sabia que ele era gente boa. Continuar lendo