Imoral

pedra do sapatoAcordou com a luz do sol atravessando o vidro da janela que nunca era completamente fechada. Adorava dormir, então enrolou mais dez minutinhos, com a desculpa de pensar na roupa que usaria no dia.

Um tanto relutante, espreguiçou-se languidamente, ergueu o corpo e movimentou a cabeça de um lado para o outro, para relaxar o pescoço e os ombros.

Só então despertou.

Jogou as cobertas para o lado e, sem pudor algum, tocou o piso frio com os pés nus. Jogou os cabelos encaracolados para o alto, em um rabo de cavalo frouxo e despenteado, jogou a camiseta com a qual dormiu sobre a cama e começou a se arrumar para o trabalho. Continuar lendo