Coisas boas da semana

Essa semana me dei conta que sou cheia das superstições.

Por exemplo: toda vez que eu fico nervosa ou ansiosa, começo a ter tique no olho. Não chego a ficar com síndrome da árvore de natal, mas fico sentindo o nervinho das pálpebras darem um pulinho de vez em quando. O que acontece é que quando eu era criança minha mãe me contou que a minha bisavó dizia que se desse tique no olho direito, era coisa boa que ia acontecer e se fosse no esquerdo, era coisa ruim. E coincidentemente eu comecei a notar esse padrão na minha vida: olho direito pulando, coisa boa. Olho esquerdo coisa ruim. E nem adianta vir tentar me convencer de que é tudo uma grande coincidência porque eu estou convencida de que as coisas boas e ruins do meu dia-a-dia são determinadas pelos meus tiques.

Outra superstição é coceirinha na palma da mão. Certeza que você já ouviu alguém dizendo por aí que coceirinha na palma da mão é dinheiro que você vai ganhar. E funciona, cara! Juro! Mas só se for na mão esquerda, porque a mão esquerda é a que recebe energia. Se eu sinto coceira na palma da mão direita, a mão que emite energia, certeza que é dinheiro indo embora.

E a última e mais macabra, é quando eu sonho que perdi um dente. Minha bisavó (não a dos tiques, outra.) dizia que sonhar com o dente caindo era morte na família. E tenho um certo arrepio ao lembrar que sim, alguns sonhos em que perdi um ou mais dentes, coincidiram com mortes entre meus parentes, mas também coincidiram com perdas grandes que me afetaram muito. Claro que já vieram me dizer que na verdade meu subconsciente sabia que teria essas perdas, por conta de captar sinais que me passaram despercebidos e o sonho é só uma consequência disso, mas eu continuo acreditando que se eu sonhar com dente caído alguém morre.

É claro que esses são os tipos de superstições que levariam alguns diagnósticos psquiátricos, tipo TOC ou paranóia (brincadeira, gente. Eu sei que esses distúrbios são sérios e dificultam muito a vida das pessoas.) ou pelo menos representam alguma tendência nesse sentido. Mas quem sou eu para questionar os sinais que o universo me manda?

Brigada eu.

lua

Portal do Homem (Alex Castro) – Gentileza em Copacabana (crônica)

Mentirinhas (Fabio Coala) – Tirinha #494 (tirinha)

Entre Todas as Coisas (Daniel Bovolento) – Se eu não tivesse você (crônica)

Bichinhos de Jardim (Clara Gomes) – Nada (tirinha)

Trivialidades da Vida (Fernanda Mota) – Engano (conto)

Biscoitices (Re Biscoito) – A esperança veio de Cusco, no Peru (crônica)

Torradas Tostadas (Nina Rocha) –  Amargo  (conto)

Ryotiras (Ryot) – Translucidez (HQ)

Café com Nata (Nata Castro) – Por onde o mundo gira (ensaio fotográfico)

A Vaca Voadora (Bianca Pinheiro) – Luís olhava pro chão (HQ)

Escrevinhador – Poesias (conto)

Gavilan (Clara Gavilan) – Tomando antibiótico (cartum)

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