Leia-me: O Gênio do Crime

genioEsse é um clássico da minha infância. Sério. Dele tirei uma grande lição de vida, que levo comigo até hoje e pretendo tatuar em algum lugar bem visível do meu corpo, para nunca esquecer.

A história é bem pueril e ao mesmo tempo, genial em sua simplicidade, pois trata do universo infantil de maneira não só a te envolver completamente no enredo digno de Hollywood, como a te fazer acreditar piamente naqueles absurdos.

Todo menino ou menina sonha em ser herói, salvar o mundo ou prender algum chefão do mal. E é o que os amigos Edmundo, Pituca, Berenice e Bolachão fazem, ao ajudarem o dono de uma fábrica de figurinhas ao ver seus negócios serem seriamente prejudicados por um falsificador. Continuar lendo

Leia-me: Heresia

fetchEu tenho uma mania péssima que é entrar na livraria, fuçar um monte de livros e pegar aqueles que a sinopse me atrai, sem ler resenhas, indicações e etc. Já quebrei muito a cara e tenho uma montanha de livros ruins em casa, por conta disso. Mas de vez em quando eu sou recompensada, como no dia que comprei Heresia.

Na verdade, quando comecei a ler, achei que tinha dado com os burros n’água de novo. Levou um pouco para a história me prender. Mas, pesquisando um pouco mais sobre o livro (depois que o li e adorei) descobri o motivo: o protagonista Giordano Bruno é um personagem histórico. O que quer dizer que ele existiu mesmo. Portanto a suposta “enrolação” da autora (S. J. Parris, pseudônimo de Stephanie Merritt), na verdade é a contextualização histórica e construção do personagem.

Dando uma geral, a história se passa na Inglaterra elisabetana, em 1583, onde acontecem diversos conflitos por conta de religião: enquanto a maior parte da Europa é católica, a rainha Elizabeth se declara protestante e, com isso, conquista a fúria e as conspirações dos católicos ingleses. Nosso herói é declarado herege, por ser um defensor da teoria de Copérnico, de que a Terra gira em torno do Sol e não o contrário. Por isso ele é convidado à Oxford, para debater essa teoria juntamente aos teóricos da universidade. Continuar lendo

Leia-me: O Vampiro de Curitiba

1016081-250x250A minha relação com esse livro sempre foi estranha, nos mais variados aspectos.

A primeira delas: eu nunca tinha ouvido falar de Dalton Trevisan, até fazer um teste por brincadeira, para saber qual livro tinha mais a ver comigo e o resultado deu justamente O Vampiro de Curitiba, o que eu achei bastante peculiar.

Alguns anos depois encontrei-o em uma livraria e resolvi levá-lo. Para minha surpresa era muito fino e foi lido em menos de uma tarde.

E “estranho” continua sendo a palavra para definí-lo. Dalton é cruel, violento e impiedoso. Mas não pensem vocês que se trata de um livro sobre monstros ou de violência sanguinolenta e física. Continuar lendo

Leia-me: Fronteiras do Universo

fronteiras-do-universo

Obs: Trilogia composta pelos títulos: “A Bússola de Ouro”, “A Faca Sutil” e “A Luneta Âmbar”.

Essa foi a única série que fiz questão de adquirir todos os livros.

Tudo começou quando eu assisti ao filme (A Bússola de Ouro) e achei uma bosta.

Alguns anos depois, minha mãe encontrou o livro sendo vendido por dérreau em um bazar de garagem, aqui na vizinhança e o comprou para mim.

Peguei o volume de autoria de Philip Pullman sem muito entusiasmo, pensando que não deveria ser grandes coisas, visto a sem-graceza que foi o filme e PÁ! li o livro inteiro em dois dias. Tudo o que consegui pensar foi: “Como vocês conseguiram estragar essa história, galera????” Continuar lendo

Leia-me: O Livro das Coisas Perdidas

o-livro-das-coisas-perdidasEsse é um momento muito importante para mim. Vou falar para vocês sobre o meu livro favorito e estou morrendo de medo de ser injusta com ele, ou não convencê-los de que é o melhor que já li.

Sim, eu amo livros. Conheço muitas histórias que eu morro de inveja dos filhos da puta que as escreveram. Mas tenho um favorito e o seu nome é “O Livro das Coisas Perdidas”, de John Connolly.

Vamos começar pelo fato de que O Livro é do meu gênero favorito: conto de fadas (ficção fantástica e tem até nacionalidade: “irlandesa”). Segundo que, essa história mistura fantasia e realidade de uma maneira tão magistral e cruel, que só vi parecido em O Labirinto do Fauno, só que ainda melhor. Continuar lendo

Botando o filho no mundo

_Oi! Muito prazer! Antes de começarmos, gostaria que

soubesse que sou um grande admirador do seu trabalho e li todos os seus livros. Tenho particular preferência pelo segundo.

_Olha só! Que bom. Fico feliz.

_Bom, a partir de agora nossa conversa será gravada para facilitar minha redação mais tarde.

_Sem problemas.

_ Começando pela novidade: como foi lançar esse livro, o quarto de sua carreira?

_Ah, cada livro, cada texto escito, é como se fosse o primeiro. Parecem filhos: a gente faz e solta pro mundo. Não podemos querer controlá-los.

_Que interessante sua percepção… Eu também escrevo umas coisas, sabe?

_Imaginei. Jornalista, né… Continuar lendo

Lançamento do livro

Olá, amigos queridos!

Finalmente tenho uma novidade para vocês: a data de lançamento do meu livro! AEEEEE, RITMO DE FESTA!

03 de dezembro será o grande dia e eu faço questão da presença de todos que se sentiram tocados pelo o que eu escrevi aqui, ao longo desses anos. Você que sempre leu e nunca se manifestou também, viu?

Já adiantando, é uma reedição dos contos publicados neste e no blog antigo, junto com alguns inéditos.

Nem preciso dizer que é a realização de um sonho e que eu não tinha intenções de publicar um livro tão cedo, não fosse a Navilouca Livros ter aparecido e me feito a proposta assim DO NADA.

No dia do lançamento, o livro vai estar com desconto e você ainda ganha autógrafo e beijinho da autora. ^^

Quero ver todo mundo lá e quem não puder ir, ajuda a divulgar, sim? Vejam o evento no facebook.

Beijos!