O homem indiferente acordou sem notar que sua música favorita tocava no rádio-relógio que era do pai. Andou um tanto trôpego, esfregando os olhos até o banheiro e, quando tirou o pijama, não viu que um botão pulou fora e foi quicando até o ralo do chuveiro.
Tomou banho com o sabonete de sempre e não reparou no shampoo que estava quase no fim. Por pouco não tropeça no tapetinho embolado na frente do boxe. Continuar lendo



Todos os dias bem cedo, ele se munia de seu melhor sorriso e o carregava até a sua banca de flores. De lá do balcão, distribuía-o juntamente aos enormes e coloridos buquês que seus clientes levavam.